Polícia prende em Goiás suspeito de atropelar companheira com caminhonete

Polícia prende em Goiás suspeito de atropelar companheira com caminhonete

As autoridades policiais efetuaram na quarta-feira (28) a captura de um homem apontado como autor de uma tentativa de feminicídio contra a própria companheira em São Geraldo do Araguaia, no estado do Pará. O mandado de prisão temporária foi cumprido no estado de Goiás, para onde o suspeito havia fugido após o crime.

Dinâmica da agressão e socorro à vítima

De acordo com o delegado Edésio Ribeiro, que comanda as apurações, o crime ocorreu na noite de 6 de setembro, motivado por um desentendimento entre o casal. Na ocasião, o investigado teria atropelado a companheira utilizando a própria caminhonete.

Em decorrência do impacto, a mulher sofreu ferimentos severos e precisou ser transferida para uma unidade hospitalar em Araguaína, no Tocantins. Ela permaneceu hospitalizada por mais de 40 dias, sendo que a maior parte desse período foi passada na Unidade de Terapia Intensiva (UTI).

Deslocamento e cooperação entre forças de segurança

Conforme os levantamentos policiais, o homem morava em Araguaína e havia viajado para a cidade paraense apenas com o intuito de visitar os parentes da companheira. Logo após o episódio de violência, ele empreendeu fuga em direção ao território goiano.

A captura foi possível graças a uma ação integrada que envolveu o Núcleo de Apoio à Investigação (NAI) de Marabá, além do suporte estratégico das polícias Civil e Militar do estado de Goiás. O delegado Edésio Ribeiro ressaltou o “apoio irrestrito da Polícia Civil e da Polícia Militar do estado de Goiás”, enfatizando que a cooperação foi determinante para o sucesso da operação fora do território paraense.

Próximos passos da investigação

Ao avaliar o desfecho da diligência, o delegado pontuou: “É muito importante esse trabalho onde logramos êxito em capturar o autor, o qual se encontrava no estado de Goiás”. Com o mandado cumprido, a expectativa é que o suspeito seja transferido de volta para o Pará, ficando sob a custódia do Poder Judiciário para responder criminalmente pelo ato. As investigações continuam em andamento.

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