A dançarina Cris Monteiro Ferreira, amplamente conhecida pelo nome artístico de Musa Batidão, encontra-se presa em território francês. A artista paraense foi flagrada transportando cápsulas de drogas dentro do próprio estômago, conforme relatos de conhecidos divulgados em canais digitais.
Desaparecimento e trajeto da viagem internacional
Antes de perder completamente o contato com parentes no dia 15 de outubro, a bailarina iniciou seu deslocamento saindo de Belém, com escalas programadas em São Paulo e em Salvador, antes de embarcar rumo à Europa. A ausência de notícias gerou forte apreensão entre amigos, que iniciaram uma campanha de buscas na internet.
Confirmação da prisão por influenciador digital
O caso teve uma reviravolta na quinta-feira (22), quando o influenciador Júnior Garza usou as redes sociais para confirmar a detenção da paraense, explicando que ela passou mal após ingerir os entorpecentes para burlar a fiscalização.
“Infelizmente, não trago boas notícias sobre a Cris, que estava desaparecida. Ela viajou para a França e, depois disso, perdeu a comunicação com todo mundo. Infelizmente, a Cris está detida”, escreveu o influenciador.
Apoio familiar e incertezas jurídicas
Na mesma postagem, o criador de conteúdo apelou por solidariedade e ponderou que ainda há muitas dúvidas sobre os próximos passos para tentar garantir a soltura da brasileira e viabilizar sua repatriação. O amigo da artista ainda criticou julgamentos precipitados na internet e prometeu novos updates conforme o caso avance.
Posicionamento oficial do itamaraty
Questionado sobre o ocorrido, o Ministério das Relações Exteriores confirmou que acompanha a situação de perto por meio de sua representação diplomática em solo francês.
“O Ministério das Relações Exteriores, por meio do Consulado-Geral do Brasil em Paris, tem conhecimento do caso e presta assistência consular à nacional”, informou a pasta.
O órgão federal lembrou que o suporte aos cidadãos ocorre mediante solicitação direta do próprio envolvido ou de seus parentes, sempre em conformidade com as leis locais e internacionais. Por questões legais de privacidade e proteção de dados, detalhes específicos sobre a situação jurídica, acusações formais ou o local exato da detenção não foram tornados públicos até o momento.
