Participar do programa de sócio-torcedor do Remo pode ter custado mais caro do que adquirir bilhetes avulsos ao longo das partidas de 2026. A conclusão é de um estudo divulgado pelo perfil @RemoInsider na rede social X, antigo Twitter, que contrastou os preços cobrados nas arquibancadas nos duelos do Leão como mandante com o valor do plano básico de acesso.
Diferença financeira no Brasileirão
Conforme o levantamento, o preço médio dos bilhetes de arquibancada nas 17 partidas do Remo como mandante pela Série A ficou em cerca de R$ 66,50, totalizando R$ 1.130. Em contrapartida, a modalidade de sócio com entrada para a mesma área sai por R$ 180 mensais. Somando dez mensalidades desde janeiro, o torcedor associado gastou R$ 1.800, gerando uma diferença de R$ 670 para quem preferiu pagar avulso.
Impacto da Copa do Brasil e clássicos
O abismo financeiro permanece quando se adicionam os confrontos da Copa do Brasil diante de Bahia e Santos. Nesse panorama, o torcedor comum teria desembolsado R$ 1.270, mantendo uma economia de R$ 530 frente ao associado.
Comparativo geral da temporada
O estudo também englobou todos os compromissos do Remo em casa, incluindo os clássicos contra o Paysandu. Nesses moldes, o montante gasto em entradas avulsas alcançaria R$ 1.783, valor que ainda permanece R$ 17 abaixo das dez mensalidades do plano de sócio.
Os dados geram debates sobre o custo-benefício do programa oferecido pelo clube. Contudo, a pesquisa restringiu-se aos custos de entrada nos estádios, sem contabilizar eventuais descontos e vantagens extras concedidas aos associados. A postagem gerou grande repercussão e críticas por parte da torcida. “O planejamento do Remo em 2026 foi pensado para EXTORQUIR o torcedor. Os ingressos foram feitos para ser caros e o sócio também. Pena que o time desanimou a galera e a diretoria foi obrigada a baratear os ingressos, chegando ao ponto de criar essa distorção”, comentou um torcedor.
