Um hidroavião de pequeno porte caiu no rio Tapajós, no município de Belterra, localizado no oeste do estado do Pará. O incidente aconteceu neste domingo (25) e mobilizou diferentes forças de segurança da região após registros em vídeo começarem a circular nas plataformas digitais.
Atuação das forças de segurança
O caso chamou imediatamente a atenção da Marinha do Brasil, do Corpo de Bombeiros, da Polícia Civil e da Polícia Militar. Ao chegarem à área da ocorrência, os agentes constataram que uma embarcação particular já realizava o atendimento ao veículo aéreo.
O sargento Galúcio, integrante do 4º Grupamento Militar do Corpo de Bombeiros com sede em Santarém, relatou que a equipe conversou com os civis que realizavam o transporte. “Muita maresia. A gente conversou de longe. E avisou que os aguardariam na margem do rio para verificar a situação e saber o que, de fato, aconteceu. Eles informaram que não havia vítimas e, por isso, não fizemos mergulho”, afirmou o militar.
Esclarecimentos oficiais sobre a ocorrência
Em nota oficial, o Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Pará (CBMPA) reforçou que enviou uma guarnição para o endereço e confirmou a ausência de feridos decorrentes do acidente.
Por sua vez, a Marinha do Brasil detalhou, por intermédio da Capitania Fluvial de Santarém (CFS), que acompanhou o reboque do hidroavião nas proximidades da Praia do Pindobal. “Pela manhã, a aeronave estava atracada a um cais quando se soltou da amarração e foi levada para o leito do rio, o que provocou entrada de água na estrutura. O reboque já foi concluído, com sucesso, pelo proprietário”, esclareceu a instituição naval.
Segurança e canais de atendimento
A corporação militar também pontuou que nenhum dano ambiental ou indício de poluição hídrica foi constatado na região do rio Tapajós.
Para eventuais emergências, a Marinha disponibiliza canais diretos de comunicação com o cidadão. “A Marinha do Brasil coloca à disposição do cidadão os telefones do Disque Emergências Marítimas e Fluviais (185) e da CFS, (93) 3522-2870, para receber informações a respeito de qualquer situação que possa afetar a salvaguarda da vida humana nas vias navegáveis e no mar, a segurança da navegação, ou que represente risco de poluição ambiental”, destacou o órgão.
